Eita que o clima que de BH ficou frio e, em todos esses anos, essa é a primeira vez que coincide do clima estar frio o suficiente para eu usar o Nameless Poem e eu ter algo para fazer fora de casa (ótimo, mas ligeiramente preocupante em termos de clima).
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| Epa, apareceu a anágua... só fui perceber depois que já tinha tirado a foto. |
Nesse final de semana o Palácio das Artes trouxe as Bodas de Fígaro para o repertório. De início eu fiquei reticente em ver. Estou um pouco saturada de ópera no Palácio... tenho a sensação de que eles pegam sempre as mesmas peças de Verdi, enxugam ao máximo todo o figurino / cenário e praticamente só passam os cantores no palco, sem nada que realmente justifique a remoção dos outros aspectos visuais ou interativos das óperas.
Entendo que essa escolha acontece, se não por questões de recursos, para valorizar o artista e a expressividade dele, né? Não poria a minha mão no fogo para afirmar que é esse o caso do Palácio...
Há uns anos (2010) assisti justamente o Babeiro de Sevilha no palácio e a ambientação foi feita via telão com animações de acompanhamento. Eu não gostei. Uns anos depois aconteceu algo parecido com Carmen, de Bizet, e daí fui amargando.
Mas, meu irmão me convidou para o último dia da ópera e eu acabei topando.
Dessa vez a montagem do Palácio foi bem bonita: os figurinos estavam legais (eu estava combinando com a Susanna!), com uma e outra incongruência; o cenário tinha uma dinâmica muito interessante de movimento e construção de espaços; também adorei o uso de diferentes "sobreposições" do cenário para dar profundidade às cenas; a iluminação foi de primeira. A parte da orquestra estava 10/10 e dos cantores/atores foi dentro do esperado.

Como posto aqui no blog, tenho ido mais ao teatro do que às óperas ultimamente e, ao assistir a esta apresentação das Bodas, eu lembrei o porquê...
Apesar de ter achado tudo legal e tal e tal, me peguei pescando várias vezes nas músicas mais lentas. Em algumas cenas acabei fechando os olhos, meio exausta. Talvez a duração de quase 4 horas de espetáculo tenha tido parte nisso... Volto a dizer que as casas que têm feito as apresentações mais cedo tem caído muito melhor comigo.
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| Essas árvores me deram um deja-vu da vez que montaram Macbeth (2009) no Palácio |
Semana passada vi o Romeu e Julieta no CCBB e nada melhor do que sair do espetáculo ainda com tempo (e luz) para voltar para casa tranquila, comer e fazer algo antes de dormir.
Mas, pensando aqui, talvez eu só não goste mais de ópera...
Enfim, voltando ao coord (que apensar de tudo ainda é o tema central desse blog), preparei algo que fosse o sonho da Laura de 2018! Isso mesmo, Nameless Poem + headdress da Antique beasT, haha!
De acessório usei um colar que eu mesma fiz (baseando, cara de pau, num colar da Moitié), uns anéis de uma marca chinesa que gosto muito, e um tercinho na mão. Não quis inventar muita moda.
Assim como o Giulietta da Boz, sinto que o Nameless Poem é um coord de uma peça só. Não tenho muito para onde ir com essa peça (e nem preciso), hahaha
Dei sorte também que meu cabelo estava bonito no dia. Comprei um shampoo da Lola chamado "Meu Cacho, Minha Vida" que deixa ele supimpa!
Enfim, foto de silhueta e, por fim, o rundown. Até a próxima!
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| Rundown: OP: Nameless Poem, Ista Mori Anéis: 誓约之城 Gothic歌特 Acessório de cabelo: Antique beasT Meia: Yihdra Sapatos: Bodyline |











Ghost - 












































